O que levar na mala de roupas para uma viagem a Ushuaia e El Calafate, na Patagônia Argentina

18:11

Se você está lendo esse post agora, imagino que já está cansado de ler sobre o esquema das camadas de roupas que se deve montar para visitar um lugar como a Patagônia Argentina: potencialmente frio, úmido e ventoso. Pois é, um pouco antes da minha viagem para o fim do mundo, tentei aprender tudo o que podia, mas terminei com mais dúvidas do que respostas. E nem falo apenas no quesito roupas, mas no geral: não achei quase nenhuma informação atualizada sobre o destino. Uó.
Pensando nisso resolvi que iria publicar uma série de posts aqui para ajudar àqueles que, como eu, sonham com a viagem desde o momento em que decidiram o destino! Prepare-se pois serão posts longos, com bastante informação. Começando por esse aqui, que trata de um dos assuntos mais preocupantes do pré-viagem: o que levar na mala de roupas para uma viagem à Patagônia Argentina?
Minha viagem foi em Julho (começo do Inverno!) e teve 11 dias de duração, ficando dividida da seguinte forma: 4 dias em Ushuaia, 4 dias em El Calafate e 3 dias em Buenos Aires.
Vou separar minhas opiniões em coisas necessárias e coisas desnecessárias, de acordo com a minha análise expectativa versus realidade, assim como o preço que paguei em cada um dos itens, sempre que possível. Se você não tem paciência para ler todo o texto, destaquei os comentários decisivos, para facilitar aquela leitura mais superficial. ;)

AS MALAS
Meu sonho, desde adolescente, era ter uma dessas mochilas de trekking, no maior estilo mochileiro mesmo. Quando começamos a planejar essa viagem, não pensei duas vezes e a primeira coisa que comprei, depois de pesquisar os prós e contras, foi a minha linda mochila. 
Último dia em Buenos Aires e nós, posando com as mochilas nas costas, em frente a Ponte da Mulher, em Puerto Madero.
Compramos (porque o namorado também quis, ele pegou a cinza/azul, e eu a roxo/cinza) uma das muitas opções disponíveis na Decathlon (clique aqui para ver as opções - vou citar bastante o site deles, pois compramos muitas coisas lá!). Escolhi a de 50 litros mais baratinha (a que eu amei custava 550 dinheiros...), o que não significa que fosse super barata: nos custou 329 dinheiros cada uma. Não é uma compra necessária, então eu não somaria no custo total da viagem. Foi um mimo para alimentar meu espírito aventureiro e realizar um sonho de infância - você pode muito bem levar sua mala de viagem de sempre. 
No último dia, cada uma das malas estava pesando entre 12 e 13 quilos e carregar isso nas costas foi punk (saímos do Brasil com elas pesando entre 8 e 9 quilos).
Além das mochilas abarrotadas, levei ainda uma mochila menor (nem tanto na capacidade, mas no peso) para carregar nos passeios e no dia-a-dia, além de servir como bagagem de mão nos voos domésticos (franquia de 5 quilos). Caso ainda não saiba, fique sabendo agora: você vai passar o dia vestindo e desvestindo as mil camadas de blusas, luvas, gorros e cachecóis que levou consigo. Ali na Patagônia todos os ambientes fechados tem aquecimento (de verdade, tipo praia do Nordeste), e tem tanto sobe e desce que é impossível não ficar com o corpo quente. Mas é só você parar para tirar uma fotinho e pronto! Já está congelando de novo. Daí, é bom ter uma mochila para guardar as coisas, além de carregar as câmeras, guias turísticos e lanchinhos!
Prós da mochila de trekking: elas são feitas para serem carregadas confortavelmente quando estão pesadas, você tem maior mobilidade, se estiver corretamente colocada no corpo não incomoda tanto e é bem mais prática de carregar do que uma mala de rodinhas (as ruas em Ushuaia e El Calafate são irregulares, quebradas ou de pedrinhas - as rodinhas da sua mala serão inúteis, sinto muito). Ah, e são mais fáceis de levar para dentro do avião mesmo se estiverem mais pesadas do que a franquia (porque eu sei que você quer fazer isso...).
Contras da mochila de trekking: elas, por si só, pesam 1,5 quilos. Isso, em uma franquia de voo doméstico (5 quilos na bagagem de mão) é uma desvantagem. Por serem grandes e cheias de alças, acaba sendo uma chatice ter que ficar as colocando e tirando das costas. Todo mundo vai reparar em você, seja para o bem, seja para o mal. Não é prático de alcançar as coisas dentro da mala, apesar de ela ter vários bolsos menores para deixar as coisas a mão.
Preço final: R$ 329/cada mochila de trekking, R$99,00 a mochila preta (que eu já tinha e é essa aqui!), R$59,99 a capa de chuva própria para mochila de 50 L, que eu não usei nessa viagem em particular.

A MINHA PRIMEIRA CAMADA DE ROUPAS
Tudo que ficava "por baixo".
Coisas que levei para usar como a "primeira camada" de roupas, da esquerda para a direita, de cima para baixo:
  • 4 regatas básicas compradas na Forever 21 por R$19/cada nas cores preta, cinza chumbo, gelo e azul claro - usei todos os dias, por baixo de tudo e para dormir. Não precisava das quatro porque elas são mágicas e não ficam suadas, fedidas ou sujas. Valeu a pena porque  foi uma compra que me serviu super bem tanto durante a viagem, quanto agora, no meu dia-a-dia. SUPER recomendo.
  • 2 pares de meias de trekking da Decathlon - o par não era vendido separadamente (similar a este aqui) e como peguei a promoção de troca de coleção paguei pelo kit R$49,90. Não valeu a pena porque consegui sentir os meus pés gelados por dentro das meias (mas isso sou eu, luvas e meias não me servem de nada...), portanto, teria ficado bem com um par de meias comuns, grossas e compridas. O importante é o comprimento! Meias longas não deixam aquela frestinha entre a meia e a calça por onde entra o gelado frio patagônico e, até onde pude sentir, é com isso que você precisa se preocupar.
  • 1 par de meias soquete do tipo comum (daqueles kits de meia que você encontra em qualquer loja de roupas do shopping) - desperdício de espaço, viajei com elas no primeiro dia porque achei que só ia precisar dos meiões em Ushuaia, mas pegamos um frio horrível em Buenos Aires e eu me lasquei. :(
  • 1 shorts de pijama - essencial para mim (odeio dormir de calças), mas poderia ser qualquer shortinhos ou até mesmo nenhum, só para ficar pelo quarto do hotel (as leggings seriam o suficiente para você, por exemplo, mas lembre-se que os quartos tem um super aquecimento).
  • 1 camiseta básica - desperdício de espaço, estava vestindo ela quando saímos do Brasil, mas depois não a coloquei mais. Primeiro porque ela ficou com cheiro de usada, segundo porque não fazia diferença nenhuma mesmo (entre as regatinhas, a segunda pela e as blusas, quem liga para usar camiseta?). Meu namorado levou algumas camisetas e funcionou melhor para ele, que usava a segunda pele e as camisetas por cima, seguido já pelas blusa polar (nem sempre) e a jaqueta corta vento.
  • 1 blusa segunda pele - essencial, não pelo fator aquecimento, mas sim pela proteção. Depois de ir para lá, entendi que o truque com a segunda pele é ela ficar coladinha, impedindo o frio intruso de subir pelos seus braços. Meu namorado odiou a dele, mas é pela diferença dos tecidos: a dele era de um tecido quentinho por dentro, o que o deixou meio sufocado. A minha é de um tecido mais "geladinho", fresco. Apesar de ter sido descontinuada (coleção passada), acredito que uma similar seria essa aqui. Paguei R$79,99 com muita dor no bolso, mas acabei usando-a algumas vezes (como uma camiseta/blusa normal) depois da viagem nesse tempo super frio que tivemos em São Paulo esse ano, então acho que tudo bem. Ah, ela não é preta básica, é rosa, colorida, parece uma blusinha que você encontraria em uma loja de surfe. É super estilosa, a seu modo, e deixou todo mundo que viu interessado. Oba! :)
  • 1 legging de ginástica de poliéster - total fail, achei que por ser de um tecido sintético ia me manter aquecida igual a uma segunda pele, mas não serviu de nada. Essa eu já tinha antes da viagem e paguei R$59,90 por ela.
  • 1 calça segunda pele - não deu muito certo também. Meu namorado disse que a dele era super quentinha (R$39,99 na linha básica da Decathlon), já eu me senti como se tivesse ficado na mão. Acho que ela melhor me serviu mesmo depois da viagem, para usar por baixo das minhas calças sociais do trabalho. Paguei R$ 79,99 em uma promoção da Decathlon (o preço original era de R$129,99). A diferença entre a básica e o modelo que eu peguei  foi que a do meu namorado ficou completamente horrível depois da viagem: esgarçou, encheu de bolinhas, ficou transparente. A minha continua igual a quando comprei, e dá para usar de calça legging numa boa.
Resumo da ópera: minha sogra comprou duas calças de lã para o meu namorado, eu roubei  uma e usei metade do tempo. Apesar das recomendações para quem vai entrar em contato com neve e gelo serem de não usar tecidos de lã, não entramos em contato com esses dois elementos (porque demos o maior azar e não nevou lá em Julho desse ano :( ), então essa recomendação não se aplicava. Ainda bem que ele tinha um par sobrando, senão eu ia me dar mal.
Preço final: R$ 289,48 em roupas compradas especialmente para essa viagem.

AS CALÇAS
Calça básica preta e calça de neve.
Queria poder dizer diferente, mas errei nas duas calças que levei para a viagem... Essa preta da esquerda é uma dessas calças híbridas entre legging e calça normal, que vieram com tudo na coleção de inverno desse ano - paguei R$99,90 na Renner, mas não comprei para a viagem específicamente. Ela é super quentinha e confortável de se usar sozinha, mas vesti-la por cima da segunda pele era um parto, imagina então colocar a segunda pele, a calça de lã e essa aí? Horrível.
A calça de neve foi o mesmo que jogar R$299,99 fora. Antes eu tivesse levado apelas uma calça jeans (e olha que odeio calças jeans). Como eu disse, não tivemos contato com neve e gelo, só frio, muito e muito frio. 
Nossa temperatura mais baixa foi de -7º em El Calafate, e eu passei frio. Essa calça e nada eram praticamente a mesma coisa. Idem para a calça do meu namorado, que estava em promoção por R$189,99
Dica: um vendedor da loja Mundo Terra de Pinheiros (Cássio, se eu não me engano), me sugeriu comprar uma calça de trekking à prova d'água ao invés, mas eu achei que ia ser de menos e não fiz isso. Antes tivesse aceitado o conselho: teria economizado dinheiro e comprado uma peça mais útil (a de neve tem um forro, não dá para usar para fazer trilhas, por exemplo). A ideia é que uma peça à prova d'água se comporte também como uma corta vento, o que impede você de morrer congelado em meio aos ventos patagônicos.
Preço final: R$ 299,99 na minha calça comprada especialmente para essa viagem.

AS BLUSAS
Meus looks da viagem, com as várias camadas de roupas em ação.
Quando estamos nos organizando para essa viagem, ouvimos muito falar em tecidos corta vento e polar/fleece. O polar, que é o curinga dessas viagens, é um tecido que vem em diferentes gramaturas (ou seja, grossuras). Antes da viagem me aconselharam a levar: um de 50 ou 100 gramas e um mais pesado, de 200 ou 250. A blusa corta vento, que também é impermeável, atua como o casulo final: não garante aquecimento, mas impede de o vento passar através do tecido das outras blusas (porque sim, ele passa).
O que eu levei :

  • Blusa polar de 50 gramas da Decathlon, com zíper só na região do pescoço - compra desnecessária, não nos demos bem. Usei apenas no primeiro voo, depois ela ficou com um cheiro forte de usada. Além disso, o zíper só no pescoço me fez sentir sufocada, e o tecido de 50 gramas era tão fininho que era meio inútil. Acho que o problema foi pessoal comigo, pois alguns tecidos me causam essa reação de ficar um cheiro muito forte na roupa que não consigo mais usar depois, apesar de outras pessoas não sentirem nada :( . No final da viagem, dei a blusa para a minha mãe trabalhar durante o inverno aqui em São Paulo, e para ela funcionou muito bem. Uma pena, pois era uma blusa branca muito bonita. Custou R$59,99.
  • Blusa polar de 200 gramas da Decathlon, com zíper em todo o comprimento e bolsos com zíper - o amor da minha vida em forma de blusa, é a verde xadrez que você pode ver na foto do meio. Estou obcecada por essa blusa desde as semanas antes da viagem, até hoje. Foi uma das três peças que mais usei durante a viagem. Paguei R$99,99.
  • Blusa polar de 250 gramas da Columbia, comprada na Mundo Terra de Pinheiros, com zíper em todo o comprimento, dois bolsos com zíper e mais um bolsinho auxiliar no braço esquerdo, também com zíper - boa opção, mas dava para ficar sem pois me apeguei mais a blusa verde xadrez. É a blusa branca que vocês podem ver na primeira foto. Ela é muito quente para usar no dia-a-dia aqui em São Paulo, e muito larga, o que faz com que o ar gelado entre por dentro das mangas. Funciona super bem quando você está com a segunda pele por baixo. Paguei R$229,00 e tem em várias opções de cores. De todas as blusas que eu comprei, essa é a que mais me rende elogios pois ela tem um corte mais clássico, bem estruturado. Posso dizer que ela é quase chique.
  • Jaqueta Resolve da The North Face, comprada na Mundo Terra de Pinheiros, impermeável e corta vento, com bolsos laterais com zíper e capuz - melhor compra do ano, para não dizer que foi minha compra mais útil da minha vida. Leve, linda, estou usando essa blusa desde que a comprei. Aguentou muita chuva nos últimos meses e nunca me deixou na mão. É cara, principalmente em comparação com as peças que você encontra na Decathlon (uma média de R$300 a R$400), mas dizem que as roupas dessa marca duram uma vida inteira. Paguei R$624, mas não significa que você precise fazer o mesmo. Foi uma escolha pessoal, um presente que me dei de aniversário, uma peça de roupa que uso pelo menos uma vez por semana desde a compra. E foi também o destino, pois era a única peça no meu tamanho, além de ser nas minhas duas cores favoritas: cinza e verde menta. :) Essa peça foi um luxo que me dei, sabendo que ia usar para além da viagem pois não adianta você comprar uma blusa de 300 dinheiros por causa de 10 dias de viagem, e depois enfiá-la no guarda roupas (como aconteceu com a minha calça de neve). Digamos apenas que se eu soltá-la nas ruas da cidade, ela sabe o caminho de volta para casa. 
  • Colete florido, com bolsos com zíper - peça curinga da viagem, sou fã de coletes já fazia um tempo mas esse é fantástico. Ele é lindo, leve e prático, sempre rende elogios e me manteve muito quentinha na viagem. Ele é almofadado, então acredito que tenha enchimento sintético. Comprei em uma loja que vende roupas de exportação, então não tem uma marca definida (nem consegui achar nada parecido on-line para associar com o post). Se não me engano, paguei sofridos R$280 - é, doeu em mim também, mas foi a peça de roupa que eu mais usei na viagem (diariamente). Na verdade, meu namorado se arrependeu de não ter comprado um colete para ele antes de irmos, pois existem momentos em que você precisa de uma opção intermediária entre estar todo encapotado e estar mais leve, e o colete proporciona exatamente isso.
O que meu namorado levou: ele comprou esse modelo 3 em 1 da Decatlhon e pagou R$379,99, funcionou bem para ele lá, mas hoje no dia-a-dia ele não usa a jaqueta porque é muito quente, apesar de usar o fleece direto (não sei a gramatura). Além disso ele levou dois fleeces parecidos com o meu de 50 gramas da Decatlhon e nunca usou nenhum deles (na verdade, ele não gosta nada nada deles). Tradução: eu fui super exagerada e me deixei levar pelos modelos e cores,  acabei com mais do que era necessário. Lavamos as blusas de fleece no chuveiro e elas secaram rapidinho, por que é da tecnologia desse tipo de tecido, o que é ótimo em uma viagem de mais de 10 dias.
Preço final: R$ 1292,98 no total.

AS BOTAS
Nós e o Don Fulgencio, nas calles de Buenos Aires. Ah, e as botas!
Nossa maior angústia e sofrimento no pré viagem foi a questão do calçado. O que levar? O que aguenta o frio? Qual não escorrega? Quem comprou o calçado primeiro foi meu namorado. Ele optou por uma das opções da Quechua, a Forclaz 500 Warm (marca própria da Decathlon) e ponto final. Eu ainda fiquei sofrendo por um tempinho, até que joguei a toalha e comprei a mesma bota - sim, no modelo masculino mesmo.
Foi uma ótima opção, ela não deixou passar o frio dos terrenos em que pisamos, era firme e quando precisamos escalar uma das encostas do Sandero de Fitz Roy em El Chaltén, me senti um cabritinho montanhês, de tão fácil que foi. Pisamos em poças de água congeladas (absurdamente escorregadio), mas senti uma firmeza com as botas - apesar de continuar sendo perigoso e difícil de se manter em pé. A princípio achei que talvez tivessemos exagerados, principalmente porque pagamos R$399,99 pelo par, mas como tive ulguns conhecidos que me falaram que passaram frio com o sapato que eles levaram, e principalmente depois de uma experiência tão positiva, não tenho do que reclamar.
Ainda acho que um tênis de academia quebra o galho, pelo menos foi o que eu vi nos pés de muita gente nos passeios por lá. Afinal, se não vai ter neve não tem porque comprar uma bota profissional. Mesmo assim, hoje eu não abriria mão desse calçado, porque essa bota fez eu me sentir a Lara Croft (hahahaha).
Além disso levei uma alpargata para usar pelo hotel - já era minha, mas o par custou R$109,90.
Preço final: R$ 399,99 na bota comprada especialmente para essa viagem.

CONCLUSÃO
Somando todos os custos com roupas, gastei o absurdo valor de R$2671,43 - OUCH! Descontando a mochila (com a capa de chuva) e a blusa da The North Face, o valor caiu para R$1658,44. De tudo isso, a única peça que eu não tenho como usar na minha rotina do dia-a-dia é a calça de neve, de R$ 299,99. Lembrando que não comprei tudo a vista, foram compras realizadas em meses de preparação e aos pouquinhos.
Nesse exato momento só posso dizer que esperava mais ou menos esse número mesmo. Essa viagem é cara. Mas não precisava ter sido tanto, caso eu tivesse tido mais informação antes. E é por isso que escrevi esse texto enorme para vocês! :) Espero que tenha sido útil!

10 comentários

  1. Adoroooo!!! Parabens! Entro sempre por aqui! Nunca comento!

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    1. Obrigada!! Poxa, da próxima vez que comentar, deixa seu nome! ;)
      Besos!

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  2. Que tenha aproveitado a viagem!
    Bj e fk c Deus.
    Nana
    http://procurandoamigosvirtuais.blogspot.com.br/

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  3. Muito legal e útil esse post! Obrigada por compartilhar!

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    1. Luciana, fico feliz por ter sido útil! Me fez muita falta na organização da minha viagem!
      Besos

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    2. Tatiana, fiz minha viagem para El Calafate e Ushuaia em fevereiro de 2017 com suas dicas e foi perfeito. Mais uma vez muito obrigada!!! Beijão

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  4. Valeu!!! Muito obrigado por ter compartilhado estas dicas. Vai ajudar muito a rever o planejamento que começamos em julho, para a viagem "carésima" que já reservamos para janeiro/2017.

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    1. Tomara que esse post tenha ajudado!! E espero que sua viagem seja incrível!!
      Besos!

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  5. Ótimas dicas, The North Face é uma excelente marca realmente, comprei uma jaqueta impermeável e corta vento com forrinho aveludado nas costas, aberturas laterais para arejar o corpo e touca com aba para proteger da chuva, pela bagatela de R$ 600,00 (na promoção), mas não me arrependo , pois sei que é pra vida toda, ou quase isso, kkkk... Comprei também um tênis da mesma marca, impermeável e super confortável para caminhadas de longa duração, custou R$ 249,00 (numa super promoção, pois era R$ 899,00) que irei intercalar com minha botina de trekking tb impermeável, que comprei da Decathlon, custou R$ 229,00 aliás, super indico essa loja, que oferece váriaaassss opções de modelos e preços para todo tipo de gosto e bolso.
    Adquiri também uma calça para trekking The North Face que oferece opção de virar bermuda, ideal para longas caminhadas que vc pode passar em lugares molhados, ou mesmo pelo aquecimento corporal ao longo do caminho. Na promoção paguei R$ 129,00 e considerei um valor super bem investido, a calça é confortável e bem estilo Lara Croft..kkkkk
    Irei agora em fevereiro para Ushuaia-Chile, onde faremos alguns trekkings, e irei colocar à prova toda essa parnafenalha..rsrsrs

    Um abraço.

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